Última atualização em 23/03/2021 por admin
Prezado colega,
Tem este a finalidade de esclarecer de uma vez por todas de quem foi a iniciativa de colocar em 2015 o superávit de 3 bilhões de reais no PAMA que estava à beira da falência, tanto que o fundo garantidor anterior se esgotou em setembro de 2016 e, caso não se fizesse nada, o plano se tornaria inviável.
Em 2001 a fenapas entrou com uma ação, em virtude dos sucessivos aumentos do PAMA, que entre outras coisas pedia que os superávits do PBS-A fossem aportados ao plano de saúde com a finalidade de cobertura de eventuais déficits. Esta ação foi julgada procedente e o processo foi considerado trânsito em julgado em maio de 2003. Como estava ocorrendo um enorme déficit em 2015, a diretoria da SISTEL, acertadamente, utilizou-se da sentença para colocar o superávit no PAMA, salvando o plano da insolvência. Esta atitude foi violentamente criticada, pasmem!!! Pela fenapas!!!, autora da ação que que pedia o aporte do superávit ao PAMA!!! A direção da SISTEL teve o apoio da ASTEL-São Paulo e de seu presidente, que inclusive saiu pessoalmente prejudicado pois ele, como outros, tinham por força de sentença judicial seu plano de saúde pago pela antiga empregadora, a Telesp.
Agora, em período eleitoral, pessoas do Rio de Janeiro ligadas à fenapas vem espalhando que a ASTEL- São Paulo quer colocar todo o superávit de 2016 em diante no plano de saúde. Esta é mais um exemplo de como agem os asseclas da fenapas, mentindo e tentando explicar o inexplicável: Por ação direta da fenapas os nossos superávits tiveram sua distribuição suspensa. Isto eles não podem responder, como muitas outras coisas que fizeram que acabaram por prejudicar os assistidos da SISTEL.
Pedimos aos nossos colegas que nos conhecem de longa data que não deem ouvidos a estes elementos que tem por finalidade esconder os seus erros que tanto prejudicaram os assistidos da SISTEL
Pedimos que votem nas chapas apoiadas pela Fenastel, ASTEL-SP, ASTELGO, ASSEAPTEL, APOSTE-AL, APAS-MS E SISTELADOS DE SERGIPE.
CONSELHO DELIBERATIVO
REGIÃO 1
(São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goiás e Pará)
CHAPA 11
ITALO, AUGUSTO E WENCESLAU
REGIÃO 4
(Distrito Federal, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Maranhão, Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Amapá, Tocantins e assistidos e participantes vinculados aos planos PBS-CPqD, CPqDPREV e INOVAPREV, independente da região de domicílio)
CHAPA 10
ANDRÉ GHENOV, MARIA AUGUSTA E FRANCISCO LEITE
CONSELHO FISCAL
REGIÃO 1
(São Paulo, Mato Grosso do Sul, Goíás, Pará, Mato Grosso e Rio de Janeiro)
CHAPA 23
SANA, JOÃO MELLI E CLOTILDE
REGIÃO 2
(Distrito Federal, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Piauí, Maranhão, Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Amapá, Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Tocantins e assistidos e participantes vinculados aos planos PBS-CPqD, CPqDPREV e INOVAPREV, independente da região de domicílio)
CHAPA 22
AIRTON BIANCHI, JOSÉ HUMBERTO E VALDECIRO